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Caderno Especial


No escritório de São Paulo, o executivo imprime o relatório a ser apresentado na convenção anual do Rio de Janeiro; passa pela loja de conveniência para comprar um aparelho de barbear; fala do carro, através do celular, com a secretária e segue para o aeroporto, onde faz o check-in para o embarque, ali mesmo nos corredores. Numa mesma manhã, em menos de duas horas, quatro situações que podem ilustrar a ampla presença da marca Epson no dia-a-dia do consumidor brasileiro. É provável que o usuário do exemplo se utilizou de uma impressora Epson, foi atendido pelo caixa do mercado munido de uma impressora térmica Epson, ligou do celular equipado com display de cristal líquido Epson e recebeu no check-in o bilhete de embarque e a etiqueta de bagagem emitidos a partir de tecnologia desenvolvida pela Epson do Brasil.

Além das expectativas


Uma evolução e tanto para uma empresa que, até bem pouco tempo, era reconhecida no Brasil apenas pelo seu talento na fabricação de impressoras matriciais e jato de tinta. É possível também que, durante o encontro, no Rio de Janeiro, nosso herói tenha feito uso de um projetor com a marca Epson, um outro mercado-alvo da companhia para os próximos anos. Ou, então, faça anotações no palm top, ou quem sabe registre os momentos de descontração dos participantes com uma câmera digital Epson. Talvez ele nem esteja se dando conta de que já faz parte de uma história de tecnologia, iniciada no Japão, na década de 1940, com a fabricação de reló-gios de precisão. Uma corporação cujo faturamento anual chega hoje a US$ 40 bilhões.

Fácil concluir, no entanto, que todas as ações citadas estão em conformidade com o atual slogan Exceed your vision (algo como "exceda sua visão"), que poderia ser mais bem traduzido por "supere suas expectativas", segundo o diretor de vendas e marketing, Hamilton Yoshida. Ele garante que este é o momento escolhido para a fixação definitiva da marca Epson no mercado e de alinhavar uma cumplicidade entre fabricante e consumidor final. Claro que com a colaboração efetiva dos canais de distribuição, com os quais a empresa mantém um rela-cionamento cada vez mais estreito e maduro.

Sem mistério
Um olho na fidelização e no estreitamento com os canais e o outro na valorização da Epson como marca é também o que motiva Odivaldo Moreno, presidente da Epson no Brasil, que assumiu o posto há pouco mais de um ano. Ele destaca dois fatos marcantes neste período: a capacitação da Epson nas vendas de multifuncionais, que cresceram substancialmente desde o ano passado; e o reconhecimento do cartucho independente, que oferece alta tecnologia e qualidade a um preço bastante atrativo. Antes que alguém indague como um produto de melhor qualidade pode ter um preço mais acessível, ele enfatiza: "Não há mistério. O que existe é o entendimento da corporação de que cada país tem um consumidor com determinado poder de compra. Nessa linha, a intenção é valorizar cada vez mais esse usuário e o produto Epson. A aquisição de um equipamento é um evento que se perpetua na compra do suprimento, no caso, cartuchos, papéis etc."

Ao assumir o comando em 2004, Moreno previa um crescimento em torno de 20%, fato que se concretizou no final do exercício. Para este ano, mais otimista ainda, ele estima que o faturamento da empresa no Brasil vá bem, chegando além dos 20%. Apóia esse otimismo não só na evolução das vendas no segmento de impressão, inclusive com multifuncionais e impressoras de grandes formatos, mas também de outros produtos. Entre eles, destaca os projetores, aposta mais recente da empresa no País, que visa tanto o mercado corporativo quanto o doméstico. Enquanto a fotografia digital já é uma realidade para a companhia, uma cartada decisiva está sendo dada no segmento de automação, com a utilização de miniimpressoras, capazes de imprimir os bilhetes de embarque e as etiquetas de bagagem, já em operação na Gol Linhas Aéreas.

A respeito das alianças com os distribuidores, Moreno reassume o compromisso de comercializar sempre os produtos Epson, por meio dos canais, sejam redes especializadas em informática ou revenda de hardwares, sejam as de varejo, como é o caso da Kalunga. "Nossa política é de aproximação e estabelecimento de programas de fidelização com esses distribuidores. Não estamos interessados em abrir novos canais, mas sim em recompensar cada vez mais os já existentes", conclui.

Panorama do mercado
A evolução das vendas da Epson do Brasil é um reflexo do mercado brasileiro de computadores, que vem crescendo num ritmo forte nos últimos anos, principalmente a partir de 2004. Saímos de um universo de 3,8 milhões de máquinas no ano passado para uma previsão de fechar este ano com 5,2 milhões. Parte desse crescimento, segundo o diretor de vendas e marketing, Hamilton Yoshida, deve ser atribuído a iniciativas governamentais, como a recente MP (Medida Provisória) do Bem. Já existe uma taxa maior de penetração de PCs nos domicílios, inclusive os de famílias de baixa renda, embora ainda aquém de outros países da América Latina, como México, Argentina, Venezuela e Chile.

Contribui também para esse crescimento a redução dos índices de contrabando, graças às ações firmes da Polícia Federal. As vendas de impressoras, dentro desse panorama, evoluíram em paralelo,

embora se percebam algumas particularidades. Em 2004, o mercado tinha 2 milhões de máquinas, sendo 30% deste total de multifuncionais. Este ano, o número de impressoras deverá chegar a 2,4 milhões, metade delas de multifuncionais. "Interessante que cresceram as vendas destas últimas, mas as de impressoras não caíram", reforça o diretor. Yoshida revela que a Epson tem uma participação de 17% das vendas de multifunções; e de 28%, no mercado de impressoras; enquanto no de impressão em geral chega quase a 50%.

A procura por multifuncionais, segundo Yoshida, pode ser creditada à facilidade de uso. A pessoa imprime, copia, escaneia, imprime fotos digitais no mesmo equipamento, muitas vezes sem usar o compuador. Ao mesmo tempo, as impressoras tornam-se cada vez mais confiáveis, como as jatos de tinta que substituem com vantagens a solução laser, ao imprimir ao mesmo tempo em preto-e-branco e colorido. "A conta a ser feita pelo usuário é quanto custa a impressora mais a impressão; e, neste caso, a Epson faz a sua parte, ao oferecer um cartucho de preço mais acessível, fácil e racional. É só trocar a tinta que acaba a um custo de apenas R$ 29,00", emenda.

Automação comercial
Da impressão, o diretor de vendas e marketing da Epson foca o mundo da imagem, um mercado que cresce a olhos vistos no País. Dos 36 milhões de celulares em uso, 30% estão equipados com câmeras digitais, muitas com até 1megapixel. A mesma evolução é constatada no setor de câmeras digitais, atualmente, com 4 milhões de unidades.

"As pessoas querem tirar fotos e imprimir o que fotografaram. Por isso, focamos nosso negócio também nos cerca de 6 mil pequenos laboratórios de fotografia espalhados pelo Brasil ou nos 700 minilaboratórios digitais, que imprimem, a partir do cartão de memória, fotos em 10 x 15 cm. Existem também os profissionais que vendem outras soluções, como plotters, pôsteres, álbuns de casamento e trabalhos em papéis especiais", comenta Yoshida.

A abrangência da tecnologia Epson passa pelo segmento de impressoras matriciais, liderado pela empresa com 85% de market share, e alcança o de automação fiscal e comercial. Já estão em uso em diversas redes de supermercados e lojas de departamentos brasileiras as impressoras com tecnologia térmica, que possibilitam um atendimento mais rápido sem filas ou atropelos - são as chamadas lojas do futuro.

A novidade agora fica por conta do sistema que imprime cartões de embarque e etiquetas de bagagem (bag-tags), a um baixo custo. Desenvolvido no Brasil e adotado no check-in da Gol Linhas Aéreas, poderá ser a solução para outras companhias, cuja proposta é baratear os preços das viagens, como Total ou WebJet (ver box). Nesse concorrido segmento da automação fiscal/comercial, a Epson detém 10% de market share.

Sempre atenta aos novos mercados, a Epson agora aponta suas lentes para o de projetores, um dos mais promissores, que cresceu cerca de 50% nos últimos anos. A marca é a mais vendida em todo o mundo e, no Brasil, já é dona de 10% do market share. Bem regulado pelo governo, é também um dos mais profissionais, além de projetar excelentes perspectivas de crescimento para 2006, o ano da Copa do Mundo. Estima-se que as vendas desse produto cresçam em torno de 50%, ao lado de outros produtos de imagem, como a TV de plasma.

Como principal arma para avançar ainda mais nesse importante segmento, a companhia apresenta o modelo PowerLite S3, o menor do mercado, com 2,5 quilos, equipado com tecnologia 3LCD. Modelos de projetores multimídia reduzidos, ao que tudo indica, são uma tendência, como a própria Epson demonstrou na Feira Internacional de Berlim (IFA), em setembro último. "A tecnologia 3LCD oferece projetores muito mais leves, resistentes e silenciosos. Além de terem a melhor combinação de brilho e contraste sem causar fadiga visual, comum em outras tecnologias de projeção", explica Yoshida.

Números e a força da marca
A rede Kalunga, que mantém uma aliança sólida com a Epson desde 1997, tem funcionado como uma espécie de laboratório para testar o potencial de vendas da marca. "Experimentamos os preços na Kalunga; se as vendas evoluem, solicitamos à nossa matriz para que sejam estendidos a todas nossas redes de distribuidores", comenta Gustavo Assunção, responsável pela área de consumíveis Epson. Coincidência ou não, no período de um ano, as vendas de suprimentos Epson aumentaram exatamente 103% dentro das lojas da Kalunga. O diretor de vendas e marketing, Hamilton Yoshida, comemora o fato, acrescentando que a companhia neste período cresceu também em quantidade de produtos.

"No geral, de janeiro a setembro deste ano, só para exemplificar, nosso crescimento foi de 32%; as vendas de multifuncionais praticamente dobraram", apregoa Yoshida. As vendas da companhia atualmente estão divididas em varejo, que inclui a Kalunga, com 32%; distribuidores especializados, 50%; ficando o restante com os demais canais. Ele enxerga ótimas perspectivas para o varejo, o setor que mais cresce, pois, hoje em dia, o computador está deixando de ser um privilégio das classes de alto poder aquisitivo para entrar nas classes B e C. "E são justamente elas que mais compram no varejo", emenda.

O diretor de vendas ressalta que este é o momento adequado para enfatizar a força da marca Epson. "É importante que todos saibam que, além do segmento de impressão - jatos de tinta, multifuncionais e scanners -, nosso negócio gira também em torno de imagens, daí o slogan 'Exceed your vision', traduzido ao pé da letra como 'Exceda sua visão'. Ele substitui o antigo 'Dê Epson à sua imaginação', embora seja mais que isso, algo como: 'Supere suas expectativas, com Epson'", esclarece.

Definido o slogan, todas as campanhas, promoções e mídias utilizadas pela companhia vão procurar transmitir essa idéia da onipresença Epson nos vários campos das atividades modernas. Os anún-cios já rodaram com os táxis, voaram na ponte aérea, foram veiculados na TV aberta no horário nobre, no rádio e em revistas de grande tiragem. "A intenção é mostrar tudo o que a marca oferece de vantagem em relação à imagem", resume Yoshida.

A Epson oferece também benefícios ao usuário final, em ações de trade-in, como a que está em andamento em todas as lojas da Kalunga. Por meio dela, quem apresentar uma impressora usada obtém um desconto de R$ 250,00 na compra da multifuncional CX4700 e da impressora C87. Ou às equipes de vendas nos canais de distribuição, que participam de campanhas de incentivo, como a do "Natal Azul Epson", que distribui inúmeros prêmios.

Para marcar o lançamento da nova linha de produtos, em outubro, a companhia promoveu um grande show no Olímpia, em São Paulo, com a presença do grupo Barão Vermelho. Participaram cerca de 1.600 pessoas, entre representantes dos principais canais de distribuição, revendas e varejos. A título de incentivo, os vendedores também recebem ingressos para cinema, "vale-tênis" e "vale-show", além de outras vantagens.
Consumíveis em alta
Em paralelo ao crescimento do mercado de impressão, a Epson festeja o crescimento das vendas no segmento de consumíveis, principalmente cartuchos, papéis fotográficos e fitas para matriciais. No caso dos cartuchos, Gustavo Assunção, responsável pela área, credita parte do sucesso à mudança de mentalidade do usuário, que demonstra cada vez mais predisposição aos originais. O êxito tem que ser dividido também, segundo ele, com a opção pelo cartucho independente Epson, que agora traz a tinta DuraBrite Ultra.

Evolução diferenciada da DuraBrite, a DuraBrite Ultra tem pigmentos mais resistentes à água e à luz, o que garante sua durabilidade, conforme o fabricante, até cem anos ou mais. "Ela tem pigmentos de cor mais aglutinados, o que proporciona menos desperdício e maior durabilidade. Comparada à anterior, ela confere mais brilho, principalmente em trabalhos fotográficos", justifica. Para esse produto, a Epson mantém fábricas no Japão, na China, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

Já os papéis fotográficos têm como público-alvo, além do consumidor doméstico, agências e gráficas, segundo o representante da Epson, que afirma: "Na verdade, o que a Epson vende não é apenas o papel, mas momentos de diversão, o prazer do próprio usuário imprimir a sua foto." Quanto às fitas para impressoras matriciais, ele destaca a promoção DuoPack, que traz na mesma embalagem duas fitas pelo preço de uma. Como justificativa da oferta, Assunção diz que sua empresa, por deter liderança nesse segmento (85% de market share), tem como meta ganhar no volume de vendas.

Festival de lançamentos
O pacote de lançamentos da Epson inclui uma série de impressoras da linha Stylus Pro, para grandes formatos, diferenciadas pela tecnologia de tinta com oito cores Epson UltraChrome K3, que supera a digital tradicional e oferece moderna solução fotográfica em cores e em preto-e-branco, conforme o fabricante. Ao contrário das tradicionais do mercado, a UltraChrome K3 inclui três tintas pretas, que permitem a mais inovadora impressão em preto-e-branco e colorido.

A união de três tintas pretas garante gradações mais neutras em impressões coloridas e preto-e-branco, que conferem, por exemplo, grande realismo aos tons de pele. As impressoras Epson Stylus PRO4800, 7800 e 9800 também oferecem a possibilidade de combinar o uso da cor preta - o preto fotográfico e o matte black - e são projetadas para aperfeiçoar o nível de densidade de tinta preta em diferentes tipos de mídia.

Outras características dos três modelos são a gestão flexível de suportes com tamanhos a partir de A3+ e A0+, com alimentação de rolo e folhas soltas; a tecnologia de cabeça de impressão Micro Piezo e a de gotas de tinta de tamanho variável; conjunto de tinteiros de oito cores UltraChrome K3; ampla gama de cores que permite reprodução precisa de cores saturadas; impressões impecáveis, independentemente das condições de iluminação; cores que se estabilizam pouco depois da impressão etc.
 
Kalunga 24 horas
"Comecei o relacionamento com a Kalunga em 1997 e, nestes anos, adquiri uma vivência da rede que me ajuda muito nesta minha rotina diária."

Desde 1997, o executivo de contas, Jefferson A. Cunha, cumpre a mesma rotina. Às segundas-feiras, reúne-se com seus gerentes e diretores no escritório da Epson, em São Paulo, para definir o planejamento da semana. Ele faz um diagnóstico em relação ao estoque x venda, define qual produto está em baixa, carente de aumentar o seu giro e as estratégias para que isso ocorra. Nesses encontros, são definidos também preços, parcelamentos e campanhas de incentivo. Às terças, ele visita a Kalunga, onde se reúne com o comprador para verificar os estoques e a quantidade necessária de produtos até o final do mês. No restante da semana, acompanha on-line toda a movimentação dos produtos Epson em cada uma das 42 lojas da rede, na loja virtual e no Televendas.

"A Kalunga me dá todas as ferramentas necessárias para que eu possa fazer esse monitoramento", reconhece Cunha. Por meio dos programas oferecidos por ela, ele sabe qual impressora vende mais (e onde), qual precisa melhorar o giro etc. Compete ao executivo também a programação dos anúncios cooperados, o produto a ser destacado; que preços vão ser baixados; e até condições de pagamento. "Comecei o relacionamento com a Kalunga em 1997 e, nestes anos, adquiri uma vivência da rede que me ajuda muito nesta minha rotina diária", conclui.

Multifuncionais
No segmento de multifuncionais, a Epson inclui o recurso Easy Photo Fix, que permite restaurar cores antigas capturando cada detalhe, além do uso do mesmo conjunto de cartuchos de tinta DuraBrite Ultra. O modelo CX3700 - copiadora, impressora e scanner - é o mais indicado para iniciantes, pois tem mais facilidade e versatilidade ao copiar, ampliar e fazer álbuns de fotos e calendários. O scanner tem função OCR que permite a edição de textos escaneados.

O modelo que promete ser a coqueluche do mercado é o CX4700, que inclui leitor de cartões de memória de câmeras digitais, além da tecnologia Pictbridge. O fabricante garante rapidez e capacidade de imprimir até 20 páginas por minuto (ppm) em texto preto e 19 ppm em colorido, sem perder a qualidade de impressão fotográfica. O CX4100 tem as mesmas características do anterior, com exceção do leitor de cartões. É voltado ao usuário dono de câmeras digitais também com a interface Pictbridge para impressão de fotografias sem depender do computador.

Quem exige mais em termos de fotografia vai preferir o multifuncional CX7700, que chega ao mercado em dezembro. Vem com leitor de cartões de memória de câmeras digitais e Pictbridge, unidade de transparência, leitura de negativos (escaneia e restaura); dispensa o uso de PC e, ainda, tem visor LCD para a pré-visualização das fotos.
 
Projeção em destaque
Com base na tecnologia LCD, que detém mais de 9 milhões de aparelhos vendidos no mundo, a nova linha de projetores Epson tem outros importantes diferenciais. Entre os 15 modelos apresentados, vale destacar o recurso wireless conexões USB para apresentações sem PC e desligamento instantâneo. Eles podem ser ultraportáteis, portáteis ou próprios à instalação de home theater. Atendem aos segmentos doméstico, corporativo, educacional, de shows e grandes instalações a céu aberto.

O top de linha é o PowerLite S3, que pesa apenas 2,5 quilos, tem 24 cm de largura e 10 cm de altura. O grande diferencial está na função Instant Off, que permite o transporte imediato após o uso; proteção por senha e lâmpada econômica, que não dispersa luz e não superaquece. Está programado para videoprojeção, possui SVGA de 800 x 600 pixels, 1600 Ansi Lumens, formato de tela 4:3 e pode ser ajustado para 16:9 - tela ampla. Ideal para apresentações, traz controle remoto sem fio com função mouse, apontadores, mudança entre vídeo e computador, zoom e menu de ajustes.

Entre os ultraportáteis, os modelos mais indicados são o 760C e 765C, com 2500 Ansi Lumens, compatíveis com rede EasyMP, wireless, Easy Management e conexões USB. Para ambientes mais sofisticados, como auditórios, salas de treinamento e shows, a Epson indica os modelos da categoria portátil ou de instalação, pois permitem a utilização de softwares gráficos que exigem alta resolução e brilho. Entre eles, o 830C, com contraste de 600:1, foco motorizado e conexões 2VGA composto, S-Vídeo e DVI. O 7900NL é ideal para grandes salas e pode projetar imagens em ambientes iluminados por contar com 4000 Ansi Lumens, contraste 700:1 e controle remoto com correção de brilho e contraste.

Impressoras
No segmento de impressoras, destaque para a C67, com qualidade fotográfica, que substitui a C65, lançada no ano passado. Imprime até 17 ppm em texto preto e 9 ppm em texto colorido, além de fotos sem borda. Com conectividade via USB, pode ser usada em Windows e Macintosh. Já a Stylus C87 é indicada para pequenos escritórios com alto volume de impressão. Tem capacidade de impressão de até 22 ppm em preto e 12 ppm em cores, mais fotografias, com riqueza de detalhes.

Para dezembro, a Epson está preparando também a jato de tinta Stylus Photo R220, uma evolução da R200, especializada em impressão fotográfica. Vem com seis cartuchos de tintas individuais - só troca a cor que acabar - e conta com maior gama de cores, impressão Border Free e a nova tecnologia Face Detection, que permite impressão de tons de pele com precisão. Imprime também diretamente em CDs e DVDs.

Automação
No segmento de impressão fiscal, a novidade é a Epson DFX-9000, que executa tarefas de impressão mais exigentes. Processa todos os tipos de documento, desde relatórios de formato largo com 136 colunas e formulários com 10 vias até guias de embarque e etiquetas para correio. A sua velocidade é de até 1.550 caracteres por segundo, e um tempo médio entre falhas de até 20.000 horas do funcionamento. Vem equipada com tela de cristal líquido, que facilita a configuração e a navegação por meio de seus menus.

Scanners
Entre os scanners, o destaque é o Perfection 3490 Photo, que captura imagens brilhantes com resolução de 3200 x 6400 dpi. Possui múltiplas funções de escaneamento e unidades de transparência incorporadas na tampa, que permitem digitalizações simples e automáticas de fotografias, documentos, negativos e slides, além da restauração de fotos. Vem equipado também com o sistema Easy Photo Fix.
 
Impressão com hora marcada
Integrante do grupo Seiko Epson Corporation, a Epson do Brasil iniciou suas operações no País em 1984. Em 1997, começou a produção a partir da fábrica instalada em Barueri (SP), com capacidade de 1 milhão de unidades/ano. Numa área de 19 mil m², onde trabalham cerca de 300 pessoas, a fábrica é detentora da ISO 14001, relativa aos cuidados ambientais, pois, entre outras medidas, trabalha com solda sem chumbo, metal que é prejudicial à saúde humana.

A operação brasileira já representa 30% do volume total de vendas da América Latina. No mundo inteiro, a corporação engloba 116 companhias, onde emprega mais de 85 mil pessoas. O faturamento global dela no ano fiscal de 2004 foi de US$ 14 bilhões.

A Seiko Corporation iniciou suas atividades na década de 1940, voltada à fabricação de relógios de precisão. Destacou-se no mercado, a ponto de, em 1964, ter sido escolhida para produzir o cronômetro oficial para os Jogos Olímpicos de Tóquio (Japão).

O relógio de precisão a quartzo cumpriu à risca seu papel, mas era necessário registrar os dados coletados. Os técnicos da empresa desenvolveram então a impressora elétrica (Electric Printer) EP-101, com tecnologia avançada que revolucionou o mercado à época. Na esperança de que, a partir daquele modelo, viessem outros de sucesso, à sigla EP foi agregado em 1975 o termo inglês "Son" (filho), que deu origem ao nome Epson.
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